Categoria: Público Alvo

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O que observar antes de contratar uma agência de marketing: 8 critérios para não errar no mercado condominial

Antes de assinar contrato com qualquer agência de marketing, existe um filtro simples que quase ninguém aplica: submeter a agência aos próprios critérios que ela promete entregar. Pra quem atua no mercado condominial — o síndico profissional construindo autoridade para captar contratos, a administradora brigando contra a comoditização, o fornecedor tentando furar o gatekeeping e chegar direto ao síndico — errar na escolha da agência não é só perder o investimento. É perder tempo e, principalmente, posição competitiva num mercado que decide cada vez mais no digital. A gente atende esses três perfis desde 2016 e, em 11 anos, viu a mesma história repetir: o cliente chega depois de ter passado por uma, duas, três agências genéricas que não entenderam o nicho. Este artigo é o que a gente gostaria que cada um desses profissionais lesse antes da primeira reunião comercial. Oito critérios objetivos, o que eles significam no mercado condominial, e como aplicá-los Por que contratar agência errada sai caro no mercado condominial? Mercado condominial brasileiro em 2026: 520 mil condomínios, R$ 190 bilhões/ano em movimentação, 46% dos síndicos atuam profissionalmente. Inadimplência bateu 11,95% em 2025 e deve seguir em patamar elevado em 2026. O recado: pressão de resultado em cima de quem vende para esse mercado é crescente. Síndico profissional que depende de captação para manter sua operação multi-prédio, administradora que briga contra concorrente que compete só por preço, fornecedor que precisa chegar ao síndico sem depender da indicação do porteiro — todo mundo tá com orçamento apertado e pouca margem para erro. Nesse cenário, uma agência que não entende como o síndico profissional é avaliado, como a administradora é comoditizada, como o fornecedor é filtrado, vai produzir conteúdo genérico que não converte. E mais: o contratante perde 3 a 6 meses descobrindo isso na prática — meses em que o concorrente que acertou a agência já apareceu primeiro. A seguir, estão 8 critérios pra avaliar uma agência de marketing antes de contratar 1. A agência entende o seu mercado, não só marketing em geral? Marketing digital é disciplina universal. Mercado é específico. Uma agência generalista aplica o mesmo playbook em padaria, clínica odontológica e administradora de condomínio — e resultado disso no condominial é post genérico sobre “dicas para síndico” que qualquer IA escreve em 30 segundos. Pergunta direta pra fazer na reunião: “Me fala, sem consultar nada, qual a diferença de decisão entre síndico profissional de multi-prédio e síndico orgânico.” Se a agência não sabe responder, o resto da conversa é teoria. 2. Tem case com número real, não depoimento genérico? Depoimento de cliente satisfeito sem número é quase inútil. Case legítimo tem nome do cliente, problema específico, o que foi feito, resultado em número. Se a agência fala em “centenas de clientes satisfeitos” mas só mostra logos e frases vagas, desconfie. Uma agência séria consegue abrir 3 cases do seu nicho com métrica mensurável. 3. Faz diagnóstico antes de propor plano? Se a primeira reunião comercial já termina com proposta fechada de 12 meses, você não está contratando consultor — está contratando vendedor. Agência que funciona começa auditando o que você já tem. Diagnóstico honesto inclui dizer “aqui você não precisa de agência agora, precisa resolver X primeiro”. 4. Tem infraestrutura integrada ou terceiriza tudo? Marketing digital moderno é sistema — site, SEO, tráfego pago, social media, produção audiovisual se alimentam. Agência que só faz social e terceiriza o tráfego perde coerência no caminho. A pergunta: “Quem fora da sua equipe interna toca este projeto?”. Se são três freelancers que mal se falam, você vira o gerente de projetos deles. 5. Explica o método ou esconde atrás de “segredo profissional”? Não existe segredo em marketing digital. Existe método, dado e execução. Agência que se recusa a explicar como vai fazer está escondendo que o processo é genérico. Você precisa entender a lógica em linguagem simples — até para defender a decisão pro seu sócio, diretor ou conselho consultivo interno. 6. Contrato é proporcional ao risco ou prende por 12 meses? Contrato de 12 meses com multa de 100% em caso de rescisão é mecanismo de retenção para agência que não confia no próprio resultado. Padrão saudável em 2026: 3 a 6 meses iniciais com renovação automática, aviso prévio de 30 dias. 7. Mostra relatório com dado bruto ou só dashboard bonito? Dashboard colorido com 40 métricas é bonito e não diz nada. Relatório de agência séria abre o porquê de cada número — o que foi testado, o que funcionou, o que parou, qual o próximo passo. A pergunta: “me mostra um relatório real de um cliente atual, sem nome, pra eu ver o nível de análise”. 8. Assume o que não sabe fazer? Agência que atende qualquer segmento e domina tudo igualmente não existe. A honestidade sobre o que a agência não faz bem é sinal forte de maturidade. “A gente não atende esse segmento porque a curva de aprendizado não compensa pra você” — frase rara, que vale ouro quando aparece. Red flags específicos quando o contratante é síndico, administradora ou fornecedor condominial Os 8 critérios universais ficam mais rígidos no condominial por três motivos práticos: 1. Ciclo de venda B2B longo. Fornecedor que quer entrar num condomínio, administradora que quer conquistar um novo prédio, síndico profissional que quer receber indicação de conselho — nenhum converte em 30 dias. Agência que promete “lead em uma semana” nesse nicho, ou está rodando campanha genérica que atrai curioso sem intenção, ou está mentindo. A conversão B2B condominial é de 3 a 9 meses de jornada. 2. Linguagem técnica específica. O público desse nicho lê convenção, CCT, AGO, fundo de reserva, PPCI, NR-1 com naturalidade. Quem vende para esse público precisa falar a mesma língua — e quem produz o conteúdo, também. Agência que não domina esse vocabulário produz material que soa falso no primeiro parágrafo. O síndico, a administradora e o fornecedor perceberem isso na hora. Quem vai receber esse conteúdo (o condômino, o prospect, o concorrente) também percebe. 3. Material precisa sustentar autoridade

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Site: por que ele continua sendo essencial mesmo na era das redes sociais

Em um cenário em que redes sociais dominam a comunicação digital, muitas empresas começaram a se perguntar se ainda vale a pena investir em um site próprio. Afinal, se o público está no Instagram, no LinkedIn ou no TikTok, por que criar e manter uma página institucional? A verdade é que essa dúvida tem se tornado cada vez mais comum. No entanto, quando analisamos o comportamento real dos usuários na internet, fica claro que o site para empresas continua sendo um dos ativos mais importantes para quem quer gerar confiança, atrair clientes e estruturar sua presença digital. Mais do que um cartão de visitas online, o site funciona como um centro de informações, credibilidade e conversão. E isso faz toda diferença no momento em que alguém decide contratar um serviço ou comprar um produto. Entenda mais sobre isso nesse artigo! O comportamento de quem pesquisa empresas na internet Hoje, praticamente toda jornada de compra começa com uma busca online. Quando alguém descobre uma empresa, seja por indicação, redes sociais ou publicidade, o próximo passo costuma ser pesquisar mais sobre ela. Nesse momento, o site para empresas se torna a principal fonte de validação. O usuário quer entender rapidamente: Se a empresa não possui um site estruturado, muitas vezes surge uma sensação de insegurança. Afinal, um negócio que não apresenta claramente suas informações pode parecer menos profissional ou menos consolidado. Por isso, o site não é apenas um espaço institucional. Ele funciona como uma prova de existência digital da empresa. Redes sociais atraem atenção. O site organiza a informação As redes sociais têm um papel muito importante no marketing digital. Elas ajudam a gerar visibilidade, proximidade com o público e construção de marca. Mas existe um limite para o que elas conseguem fazer. Perfis em redes sociais são ótimos para: Por outro lado, quando alguém quer entender uma empresa de forma clara e organizada, o ambiente mais adequado ainda é o site. Em um site bem estruturado, o visitante encontra facilmente: Ou seja, o site funciona como um espaço de organização da comunicação, algo que o feed de uma rede social dificilmente consegue oferecer. O site para empresas fortalece a credibilidade da marca Outro ponto importante é a percepção de profissionalismo. Diversos estudos de comportamento digital mostram que grande parte das pessoas avalia a confiabilidade de uma empresa pela sua presença online. E o site costuma ser o principal elemento dessa avaliação. Um site para empresas bem estruturado transmite segurança, especialmente quando apresenta: Esse conjunto de fatores cria uma impressão positiva e aumenta as chances de o visitante avançar para um contato ou solicitação de orçamento. Em mercados mais técnicos ou consultivos, como serviços especializados, essa credibilidade se torna ainda mais relevante. O site permite que a empresa seja encontrada no Google Um dos grandes diferenciais do site em relação às redes sociais é a capacidade de aparecer nas buscas. Quando alguém procura por um serviço no Google, o que aparece primeiro são páginas de sites. É nesse momento que o site para empresas se torna uma poderosa ferramenta de geração de oportunidades. Por meio de estratégias de SEO (Search Engine Optimization), é possível posicionar páginas para termos de busca relacionados ao seu mercado. Isso significa que, mesmo sem investir continuamente em publicidade, a empresa pode receber visitas de pessoas que já estão procurando exatamente o que ela oferece. Em outras palavras, o site transforma a presença digital da empresa em um ativo de longo prazo. O site é o centro das estratégias de marketing digital Outro motivo pelo qual o site continua sendo fundamental é sua capacidade de integrar diferentes estratégias de marketing. Enquanto as redes sociais são canais de distribuição de conteúdo, o site funciona como o ponto central da estratégia digital. É nele que podem estar integrados recursos como: Além disso, campanhas de tráfego pago, anúncios e estratégias de conteúdo costumam direcionar o público para páginas específicas do site. Ou seja, o site não é apenas uma vitrine. Ele é uma estrutura que ajuda a transformar interesse em oportunidades reais de negócio. O site continua sendo um ativo estratégico para empresas Mesmo com o crescimento das redes sociais e das plataformas digitais, o papel do site não diminuiu. Pelo contrário, ele se tornou ainda mais importante para empresas que desejam construir uma presença sólida na internet. Enquanto os algoritmos das redes mudam constantemente e o alcance orgânico varia ao longo do tempo, o site permanece como um espaço próprio da empresa. É ali que a marca pode apresentar sua proposta de valor, organizar sua comunicação e oferecer informações completas para quem está pesquisando. Por isso, investir em um site para empresas bem estruturado não é apenas uma questão de presença digital. É uma estratégia para fortalecer a credibilidade, ampliar a visibilidade no Google e criar um ambiente preparado para gerar novas oportunidades. Fica a dica! A presença nas redes sociais é importante, mas ela não substitui o papel do site dentro da estratégia digital. Enquanto as redes ajudam a atrair atenção e gerar relacionamento, o site para empresas organiza informações, fortalece a confiança e facilita o contato com potenciais clientes. Em um cenário cada vez mais competitivo, ter um site profissional deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade para quem deseja crescer de forma consistente no ambiente digital.  Se você quer dar esse passo, a Enso pode te acompanhar. Desenvolvemos sites que comunicam com clareza, geram confiança e apoiam seu crescimento ou do seu negócio. Fale conosco e entenda como podemos te apoiar! Acompanhe os canais da Enso! Siga nossos canais e acompanhe mais dicas como essa para fortalecer seu marketing digital no setor condominial. Continue nos acompanhando aqui no nosso blog e em nosso Instagram, para dicas como essa.

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Memes, posso usar ou não?

Quem nunca enviou ou recebeu um meme no grupo do “zap” que atire o primeiro spoiler do último episódio de Game of Thrones. Brincadeiras à parte, o fato é que os memes fazem parte da nossa vida de interneteiro e muitas empresas já adotaram essa comunicação “mais despojada” como um meio para chegar nos seus clientes. Antes de abordarmos isso mais afundo, vamos entender um pouco mais sobre o significado da palavra “meme”? Segundo o site “Significados” a palavra meme é um termo grego que significa imitação. E esse termo é bastante conhecido e utilizado no “mundo da internet”, referindo-se ao fenômeno de “viralização” de uma informação, ou seja, qualquer vídeo, imagem, frase, ideia, música e etc, que se espalhe entre vários usuários rapidamente, alcançando muita popularidade.   Nossa Opinião Aqui na Enso, nós acreditamos que o conteúdo é essencial para que uma estratégia tenha sucesso. Já comentamos por aqui também, a importância de conhecer o público alvo e através disso entender como falar com ele. E por mais que nós super apoiemos o uso dos memes, usá-los ou não vai depender da percepção que você deve ter do seu nicho. Mas se você quer incluir essas preciosidades na sua comunicação, nós separamos algumas dicas maravilindas que vão te ajudar. Confira abaixo:   Dicas de Como Usar Memes Conheça suas personas Só pra reforçar, somente conhecendo sua persona você saberá qual meme se encaixa melhor na sua comunicação e qual será mais bem recebido por ela. Por isso, conhecimento nunca é demais, sempre estude seu público. Meme é momento Guarde muito bem isso, se você deseja usar memes na sua comunicação digital FIQUE ATENTO(A) AO MOMENTO. Com a mesma facilidade que os memes caem nas graças da galera, eles também desaparecem.  Cuidado com o modo de falar Um dos grandes motivos que faz os memes serem tão populares entre as pessoas é porque elas se veem nas imagens. E por mais que as situações sejam cômicas, sua fala não pode ser agressiva. Por isso, capriche no conteúdo! Análise o contexto Antes de sair igual doido procurando memes para usar nas suas redes sociais, análise como você pode inclui-lo na sua estratégia e obviamente se faz sentido. Trace um objetivo Ainda falando sobre estratégia, vai usar um meme no seu Facebook/Instagram? Defina seu objetivo, quais resultados você quer alcançar. Use com moderação Já ouviu aquela frase: “tudo que é demais extrapola”? Pois é, com os memes também. Ter uma comunicação baseada somente em memes pode ser perigoso se o perfil da sua empresa não for um de humor.   Exemplos Agora que você já entendeu como usar essas preciosidades na sua comunicação, que tal alguns exemplos para se inspirar? Confira abaixo alguns que separamos para você: Netflix Não dá pra falar de empresas que utilizam memes na sua comunicação sem falar da Netflix (e como nós sabemos que você já estava esperando encontra-la aqui, por que não a colocar primeiro?!). A plataforma de streaming é um dos melhores exemplos de marca que utiliza uma comunicação descontraída e o fazem muito bem. O exemplo que separamos comprova isso muito bem: McDonald’s Outra grande marca que adora utilizar memes na sua comunicação é o McDonald’s. Nesse exemplo que separamos, a rede de fast food aproveitou o “hype” da volta da dupla Sandy e Junior (graças ao estalo dos Vingadores), e lançou o Sundae e Junior. Obviamente, caiu nas graças da galera! OLX Nem só de comerciais engraçados é baseada a comunicação da OLX, uma das maiores empresas de compra e venda no mercado, também costuma utilizar memes em suas redes sociais, e muito bem “diga-se de passagem”. Esporte Interativo Quem olha as redes sociais do Esporte Interativo, não costuma encontrar muitos memes na página do canal esportivo, mas todas as vezes que eles utilizam, costumam acertar. A foto que separamos é um exemplo: Havaianas A marca brasileira de sandálias também é umas das grandes empresas que adoram usar memes em suas redes sociais. No exemplo que separamos, a Havaianas aproveitou a nova temporada de Game of Thrones e fez a alegria da galera: Concluindo… Só pra concluir, espero que você tenha entendido que você PODE SIM introduzir os memes na sua estratégia, desde que seja uma linguagem que sua persona entenda. Ok? Rsrs Agora nós queremos ouvir sua opinião, você já aproveitou algum meme ou viu alguém usando muito bem? Deixa nos comentários! Não esquece de acompanhar nossas redes sociais (Facebook e Instagram) pra nós ficarmos JUNTOS E SHALLOW NOW!

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Público Alvo

As Lições de La Casa de Papel sobre Público Alvo

Vamos falar de Público Alvo de um jeito diferente? Sempre defendi que todo mundo possui potencial criativo e de aprendizagem infinito e que é um erro do sistema de ensino atual (de uma boa parte das vertentes educativas, sejam públicas ou privadas) tentar ensinar as pessoas de forma monótona e maçante. Claro que quem quer vai atrás, estuda e consegue de fato evoluir, mas pensa comigo: conhecimento transforma, não é mesmo? Então, que tipo de transformador você, que detém algum conhecimento, quer ser? Passivo e reativo ou aquele agente de mudança ativo que distribui conhecimento e ajuda a mudar o mundo? Bom, eu gosto mais da segunda opção. Então pensei, pensei e pensei em como desenvolver uma forma de ensinar que atinja o maior número de pessoas possível, visto que muita gente tem preguiça de estudar – eu sei disso porque eu tenho, rs. Vamos, então, ao que interessa: decidi testar uma serie de conteúdos que utilizam elementos cotidianos para falar de Marketing Digital. E (pasmem) existe muito a se aprender com as séries e filmes que temos disponíveis no mercado. Você só precisa colocar um pouco de observação na sua diversão e as associações neurais fazem o restante. Nosso cérebro é espertinho e cria associações para facilitar o aprendizado, então quanto maior o estimulo e quanto menos ligado ao tédio ele estiver para você, mais fácil vai ser de aprender. Espero que curta este primeiro post e não se esqueça de, após terminar de ler, dar seu feedback. Boa leitura. Josimar Santos – Especialista em Marketing Digital O QUE LA CASA DE PAPEL ME ENSINOU SOBRE  A IMPORTÂNCIA DE CONHECER O PÚBLICO ALVO! Quando se fala de marketing digital, temos milhares de técnicas e métodos para alcançar o principal objetivo das empresas: vender! E, atualmente, não existem dúvidas de que utilizar a AIDA – atração (do público alvo), interesse, desejo e ação – é o que mais tem trazido retorno (e se você não sabe como funciona essa estratégia, eu escrevi um artigo falando sobre isso também, só clicar aqui para visualizar). Dentro da AIDA a primeira etapa é a atração. Atrair o público alvo é o princípio básico de uma estratégia eficiente. Quanto mais pessoas você traz para apresentar sua ideia, seu propósito, seu conhecimento e, por fim, seu produto – e frisem nessa parte, somente no fim seu produto, isso é importante –, maiores são as chances de você vender. Mas o que La Casa de Papel tem a ver com isso? Bom, primeiro que a série inteira é uma aula gigante sobre relacionamento, se você não percebeu é porque assistiu errado! E se ainda não assistiu, cuidado, teremos pequenos spoilers. O professor e a importância de entender o Público Alvo! Quem já fez algum treinamento sobre atendimento, vendas ou qualquer área que fale sobre como conquistar um cliente, já deve ter ouvido alguém citar Sun Tsu e Arte da Guerra no que diz respeito a conhecer seu inimigo. “Ah, Josimar (amo meu nome, rs), mas você está dizendo que meu cliente é meu inimigo?”. Sim e não! Seu cliente é seu melhor amigo, mas existe dentro dele uma parte chatinha que sempre vai fazê-lo pensar duas vezes antes de comprar seu produto ou serviço. Esse outro eu dentro dele, que inicia uma DR assombrosa antes da compra, cria várias objeções que seu cliente amado não pensará duas vezes antes de usar contra você! Sabendo disso, nosso queridíssimo e admirado Professor (ou o Salva como a gente que é mais intimo chama) teve a brilhante ideia que milhares de pequenos empreendedores perdem dinheiro por não ter: vou conhecer meu público alvo. Mas quem era o público alvo do professor afinal? Todos os que fariam com que ele saísse ileso e rico do “assalto” à casa da moeda da Espanha. E que estudo bem feito! Primeiro ele leva em consideração todo o seu público alvo, depois cria uma estratégia de comunicação para cada um deles, em seguida põe o plano em execução e já deixa previamente criadas estratégias para lidar com possíveis imprevistos (ou nem tão imprevistos assim). Pensa num plano incrível! Mas, calma, vamos detalhar melhor: Definição de público alvo do Professor Já ouviu falar em criação de personas, público alvo, avatar e outras que basicamente estabelecem para quem você quer vender? Não? Temos um artigo mara que vai te dar uma luz nesse tema. Só clicar aqui 😉. Então, o Professor é um mestre de estratégia, por isso sabia que, para seu plano dar certo, ele tinha que levar em consideração todo o público alvo! E ele fez muito bem a lição de casa. Vou separar alguns exemplos aqui que me deixaram maravilhado: Primeiro público alvo: A polícia. O que é explorado: medos, inseguranças, responsabilidade, escassez (de tempo), reputação, entre outros gatilhos (não sabe o que são gatilhos mentais? Acesse nosso post sobre o assunto). Essa com certeza foi uma das personas mais importantes do plano, e para entender como atrair esse público, o Professor precisou ir a fundo no seu dia a dia, seu tempo de resposta, suas fraquezas, seus conflitos internos. Isso fica muito claro em praticamente todas as cenas em que se mostra o Professor falando sobre as possíveis reações da policia em determinadas situações. Lembrando que o Professor não trabalhava na policia e, ao que tudo indica, não tinha nenhum informante lá de dentro, então tudo se deu com observação e pesquisa! Segundo público alvo: A inspetora: O que é explorado: medos, inseguranças, desejos (de se por a prova), emocional, moral, entre outros gatilhos. Essa com certeza foi um dos maiores alvos de estudo do Professor. Imagino que dentro de sua pesquisa a relação dela com o ex-marido, sua recente problemática com o fato de tê-lo acusado de agressão e de ter sido repreendida e criticada por isso foi um dos fatores decisivos do tom de sua comunicação com ela, que tenta passar a ideia de um homem brando e que se importa, além de valorizar sua feminilidade e tentar até

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Entenda as Diferenças Entre Público Alvo e Persona

Você com certeza já deve ter ouvido falar no termo “público alvo”. É bem possível que também tenha ouvido falar no termo “persona”, que hoje tem uma visibilidade ainda maior que o primeiro. Mas você sabe a diferença entre os dois? Você sabe quando deve usar um e quando deve usar o outro? Aliás, você, por acaso, sabe usar qualquer um dos dois? Calminha, calminha. O tio vai te levar para um passeio no maravilhoso mundo das definições sobre clientes e, quando acabarmos, você terá na ponta da língua o que é um, o que é o outro e quando usar cada um deles! Primeiro vamos esclarecer uma coisa: personas e público alvo são formas diferentes de segmentação e NÃO, uma não é melhor ou pior do que a outra. Mas, como tudo na vida, devem ser aplicadas utilizando raciocínio e estratégia para alcançar o objetivo de cada campanha e de cada canal. Tudo sempre vai depender do seu produto, da sua campanha e dos canais que você pretende utilizar. De fato, a persona é uma segmentação muito mais aplicada, mais detalhada e minuciosa, enquanto a definição de público alvo é mais ampla e abrangente. Quer um exemplo legal? Em How I Met Your Mother (desculpa, se eu não mencionar uma série não fico feliz. Se não assistiu, assista, é muito boa!), Barney Stinson é quem usa comunicação para público alvo em suas empreitadas amorosas, já Ted Mosby tá sempre usando comunicação para Personas, rs. Mas vamos a um raio-x de cada uma das definições para entender melhor como fazer e onde usar: Público Alvo Pensa que o público alvo é igual aquele amigo encalhado que sai atirando pra tudo que é lado e acaba se dando bem pela quantidade de investidas que dá, mas não tem um critério mais elaborado de escolha. Ele define mais ou menos assim: mulher, entre 20 e 35 anos; às vezes até olha a cor do cabelo, a altura e outras características — se ela não é um zumbi ou coisa parecida —, mas não está muito preocupado com sua personalidade, com seus anseios e nada disso. Ele quer mesmo uma aproximação mais rápida e superficial. Essa é mais ou menos a mecânica da estratégia de definição de público alvo. Quando definimos um público alvo, levamos em consideração principalmente aspectos demográficos e genéricos, que não são capazes de definir uma pessoa, mas um grupo de pessoas mais amplo. – Quando usar a definição de público alvo: Se você é publicitário ou trabalha com marketing sabe que no plano macro de comunicação, a definição de público alvo é muito útil e deve sim existir. Inclusive, ela é uma ótima técnica de predefinição de personas. Quando você faz uma campanha de lançamento de uma determinada marca, ou de expansão de uma empresa, também é interessante criar o direcionamento da campanha para o público alvo, uma vez que a ideia é atingir mais pessoas. A questão é que o público alvo não foge do público objetivado pela empresa, mas deve ser usado em comunicações mais abertas. – Quando usar uma campanha baseada em público alvo: Lançamentos de novas marcas; Lançamento de produtos; Produtos muito abrangentes (de uso comum); Aquisição de seguidores (inicialmente) para um perfil; Campanhas temáticas (datas comemorativas, por exemplo); Anúncios em veículos de grande audiência como TV, rádio e revistas de temas variados. Lembre-se: não exclua o amiguinho Público Alvo. Ele é importante, útil e muito eficiente. Respeite-o e saiba usá-lo a seu favor.   Personas: como definir uma persona. Agora vamos falar delas, as divas do momento, as tops e tão idolatradas personas. Olha, eu acho que não existe nenhum negócio em que não dê para definir personas e trabalhar uma comunicação toda linda e maravilhosa voltada especificamente para alguém que está ali, esperando, implorando por ela. Quando eu falo com uma persona é como se falasse com um amigo, uma amiga, alguém com quem eu me importo, quero bem. E isso é muito massa! Mas vamos do início. Até um tempo atrás (e não muito) definir o público alvo bastava criar uma comunicação eficiente. Mas hoje, chamar atenção do cliente se tornou quase uma missão impossível, apesar d’as pessoas passarem cada vez mais tempo online, elas não estão muito dispostas a investir o tempo cada vez mais escasso em coisas que não são interessantes ao seu ver. Agora pensa: você entra no Facebook procurando alguma coisa pra comprar? Fica ansioso, louco da vida, esperando começar aquele anúncio maroto no meio do videozinho de gatinhos felizes do YouTube? Claro que não! Você entra no Face pra curiar a vida dos outros, dar aquela stalkeada no crush, torcer contra o relacionamento novo do ex, acompanhar seus mentores e ídolos. No YouTube você só quer ser feliz com os gatinhos do vídeo, assistir umas dicas maravilhosas no canal da Agência Enso — onde você vai se inscrever, dar like e ligar o sininho agora mesmo. Ai que está o cerne da questão: então como eu consigo impressionar esse cliente danadinho pra ele ficar caidinho por mim na internet? Você precisa conhecê-lo muito bem! E pra isso nós temos a fofíssima técnica de criação de personas, ou buyer personas ou, ainda, avatares, como também são chamadas. A principal diferença entre a persona e a definição de Público Alvo é que essa tem nome, profissão, endereço, personalidade, gostos e tudo mais. Mas como assim, Josimar? Isso mesmo. Quando você cria as personas para o seu negócio, ou para o seu produto, você cria realmente um personagem fictício, mas baseado em fatos. =) Você tem que colocar o máximo de informações possível e, no final, tem que parecer que você escreveu sobre um velho conhecido, um amigo, tem que ser digno de virar fofoca. Ok. Mas como eu consigo essas informações sobre meu cliente ou possível cliente? Do jeito mais simples: perguntando. Não tem outro jeito, para conhecer seu público em nível de montar uma persona você precisa pesquisar, pesquisar e pesquisar. Por isso, perguntar é o caminho

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