Categoria: Público Alvo

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Memes, posso usar ou não?

Quem nunca enviou ou recebeu um meme no grupo do “zap” que atire o primeiro spoiler do último episódio de Game of Thrones. Brincadeiras à parte, o fato é que os memes fazem parte da nossa vida de interneteiro e muitas empresas já adotaram essa comunicação “mais despojada” como um meio para chegar nos seus clientes. Antes de abordarmos isso mais afundo, vamos entender um pouco mais sobre o significado da palavra “meme”? Segundo o site “Significados” a palavra meme é um termo grego que significa imitação. E esse termo é bastante conhecido e utilizado no “mundo da internet”, referindo-se ao fenômeno de “viralização” de uma informação, ou seja, qualquer vídeo, imagem, frase, ideia, música e etc, que se espalhe entre vários usuários rapidamente, alcançando muita popularidade.   Nossa Opinião Aqui na Enso, nós acreditamos que o conteúdo é essencial para que uma estratégia tenha sucesso. Já comentamos por aqui também, a importância de conhecer o público alvo e através disso entender como falar com ele. E por mais que nós super apoiemos o uso dos memes, usá-los ou não vai depender da percepção que você deve ter do seu nicho. Mas se você quer incluir essas preciosidades na sua comunicação, nós separamos algumas dicas maravilindas que vão te ajudar. Confira abaixo:   Dicas de Como Usar Memes Conheça suas personas Só pra reforçar, somente conhecendo sua persona você saberá qual meme se encaixa melhor na sua comunicação e qual será mais bem recebido por ela. Por isso, conhecimento nunca é demais, sempre estude seu público. Meme é momento Guarde muito bem isso, se você deseja usar memes na sua comunicação digital FIQUE ATENTO(A) AO MOMENTO. Com a mesma facilidade que os memes caem nas graças da galera, eles também desaparecem.  Cuidado com o modo de falar Um dos grandes motivos que faz os memes serem tão populares entre as pessoas é porque elas se veem nas imagens. E por mais que as situações sejam cômicas, sua fala não pode ser agressiva. Por isso, capriche no conteúdo! Análise o contexto Antes de sair igual doido procurando memes para usar nas suas redes sociais, análise como você pode inclui-lo na sua estratégia e obviamente se faz sentido. Trace um objetivo Ainda falando sobre estratégia, vai usar um meme no seu Facebook/Instagram? Defina seu objetivo, quais resultados você quer alcançar. Use com moderação Já ouviu aquela frase: “tudo que é demais extrapola”? Pois é, com os memes também. Ter uma comunicação baseada somente em memes pode ser perigoso se o perfil da sua empresa não for um de humor.   Exemplos Agora que você já entendeu como usar essas preciosidades na sua comunicação, que tal alguns exemplos para se inspirar? Confira abaixo alguns que separamos para você: Netflix Não dá pra falar de empresas que utilizam memes na sua comunicação sem falar da Netflix (e como nós sabemos que você já estava esperando encontra-la aqui, por que não a colocar primeiro?!). A plataforma de streaming é um dos melhores exemplos de marca que utiliza uma comunicação descontraída e o fazem muito bem. O exemplo que separamos comprova isso muito bem: McDonald’s Outra grande marca que adora utilizar memes na sua comunicação é o McDonald’s. Nesse exemplo que separamos, a rede de fast food aproveitou o “hype” da volta da dupla Sandy e Junior (graças ao estalo dos Vingadores), e lançou o Sundae e Junior. Obviamente, caiu nas graças da galera! OLX Nem só de comerciais engraçados é baseada a comunicação da OLX, uma das maiores empresas de compra e venda no mercado, também costuma utilizar memes em suas redes sociais, e muito bem “diga-se de passagem”. Esporte Interativo Quem olha as redes sociais do Esporte Interativo, não costuma encontrar muitos memes na página do canal esportivo, mas todas as vezes que eles utilizam, costumam acertar. A foto que separamos é um exemplo: Havaianas A marca brasileira de sandálias também é umas das grandes empresas que adoram usar memes em suas redes sociais. No exemplo que separamos, a Havaianas aproveitou a nova temporada de Game of Thrones e fez a alegria da galera: Concluindo… Só pra concluir, espero que você tenha entendido que você PODE SIM introduzir os memes na sua estratégia, desde que seja uma linguagem que sua persona entenda. Ok? Rsrs Agora nós queremos ouvir sua opinião, você já aproveitou algum meme ou viu alguém usando muito bem? Deixa nos comentários! Não esquece de acompanhar nossas redes sociais (Facebook e Instagram) pra nós ficarmos JUNTOS E SHALLOW NOW!

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Público Alvo

As Lições de La Casa de Papel sobre Público Alvo

Vamos falar de Público Alvo de um jeito diferente? Sempre defendi que todo mundo possui potencial criativo e de aprendizagem infinito e que é um erro do sistema de ensino atual (de uma boa parte das vertentes educativas, sejam públicas ou privadas) tentar ensinar as pessoas de forma monótona e maçante. Claro que quem quer vai atrás, estuda e consegue de fato evoluir, mas pensa comigo: conhecimento transforma, não é mesmo? Então, que tipo de transformador você, que detém algum conhecimento, quer ser? Passivo e reativo ou aquele agente de mudança ativo que distribui conhecimento e ajuda a mudar o mundo? Bom, eu gosto mais da segunda opção. Então pensei, pensei e pensei em como desenvolver uma forma de ensinar que atinja o maior número de pessoas possível, visto que muita gente tem preguiça de estudar – eu sei disso porque eu tenho, rs. Vamos, então, ao que interessa: decidi testar uma serie de conteúdos que utilizam elementos cotidianos para falar de Marketing Digital. E (pasmem) existe muito a se aprender com as séries e filmes que temos disponíveis no mercado. Você só precisa colocar um pouco de observação na sua diversão e as associações neurais fazem o restante. Nosso cérebro é espertinho e cria associações para facilitar o aprendizado, então quanto maior o estimulo e quanto menos ligado ao tédio ele estiver para você, mais fácil vai ser de aprender. Espero que curta este primeiro post e não se esqueça de, após terminar de ler, dar seu feedback. Boa leitura. Josimar Santos – Especialista em Marketing Digital O QUE LA CASA DE PAPEL ME ENSINOU SOBRE  A IMPORTÂNCIA DE CONHECER O PÚBLICO ALVO! Quando se fala de marketing digital, temos milhares de técnicas e métodos para alcançar o principal objetivo das empresas: vender! E, atualmente, não existem dúvidas de que utilizar a AIDA – atração (do público alvo), interesse, desejo e ação – é o que mais tem trazido retorno (e se você não sabe como funciona essa estratégia, eu escrevi um artigo falando sobre isso também, só clicar aqui para visualizar). Dentro da AIDA a primeira etapa é a atração. Atrair o público alvo é o princípio básico de uma estratégia eficiente. Quanto mais pessoas você traz para apresentar sua ideia, seu propósito, seu conhecimento e, por fim, seu produto – e frisem nessa parte, somente no fim seu produto, isso é importante –, maiores são as chances de você vender. Mas o que La Casa de Papel tem a ver com isso? Bom, primeiro que a série inteira é uma aula gigante sobre relacionamento, se você não percebeu é porque assistiu errado! E se ainda não assistiu, cuidado, teremos pequenos spoilers. O professor e a importância de entender o Público Alvo! Quem já fez algum treinamento sobre atendimento, vendas ou qualquer área que fale sobre como conquistar um cliente, já deve ter ouvido alguém citar Sun Tsu e Arte da Guerra no que diz respeito a conhecer seu inimigo. “Ah, Josimar (amo meu nome, rs), mas você está dizendo que meu cliente é meu inimigo?”. Sim e não! Seu cliente é seu melhor amigo, mas existe dentro dele uma parte chatinha que sempre vai fazê-lo pensar duas vezes antes de comprar seu produto ou serviço. Esse outro eu dentro dele, que inicia uma DR assombrosa antes da compra, cria várias objeções que seu cliente amado não pensará duas vezes antes de usar contra você! Sabendo disso, nosso queridíssimo e admirado Professor (ou o Salva como a gente que é mais intimo chama) teve a brilhante ideia que milhares de pequenos empreendedores perdem dinheiro por não ter: vou conhecer meu público alvo. Mas quem era o público alvo do professor afinal? Todos os que fariam com que ele saísse ileso e rico do “assalto” à casa da moeda da Espanha. E que estudo bem feito! Primeiro ele leva em consideração todo o seu público alvo, depois cria uma estratégia de comunicação para cada um deles, em seguida põe o plano em execução e já deixa previamente criadas estratégias para lidar com possíveis imprevistos (ou nem tão imprevistos assim). Pensa num plano incrível! Mas, calma, vamos detalhar melhor: Definição de público alvo do Professor Já ouviu falar em criação de personas, público alvo, avatar e outras que basicamente estabelecem para quem você quer vender? Não? Temos um artigo mara que vai te dar uma luz nesse tema. Só clicar aqui 😉. Então, o Professor é um mestre de estratégia, por isso sabia que, para seu plano dar certo, ele tinha que levar em consideração todo o público alvo! E ele fez muito bem a lição de casa. Vou separar alguns exemplos aqui que me deixaram maravilhado: Primeiro público alvo: A polícia. O que é explorado: medos, inseguranças, responsabilidade, escassez (de tempo), reputação, entre outros gatilhos (não sabe o que são gatilhos mentais? Acesse nosso post sobre o assunto). Essa com certeza foi uma das personas mais importantes do plano, e para entender como atrair esse público, o Professor precisou ir a fundo no seu dia a dia, seu tempo de resposta, suas fraquezas, seus conflitos internos. Isso fica muito claro em praticamente todas as cenas em que se mostra o Professor falando sobre as possíveis reações da policia em determinadas situações. Lembrando que o Professor não trabalhava na policia e, ao que tudo indica, não tinha nenhum informante lá de dentro, então tudo se deu com observação e pesquisa! Segundo público alvo: A inspetora: O que é explorado: medos, inseguranças, desejos (de se por a prova), emocional, moral, entre outros gatilhos. Essa com certeza foi um dos maiores alvos de estudo do Professor. Imagino que dentro de sua pesquisa a relação dela com o ex-marido, sua recente problemática com o fato de tê-lo acusado de agressão e de ter sido repreendida e criticada por isso foi um dos fatores decisivos do tom de sua comunicação com ela, que tenta passar a ideia de um homem brando e que se importa, além de valorizar sua feminilidade e tentar até

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Entenda as Diferenças Entre Público Alvo e Persona

Você com certeza já deve ter ouvido falar no termo “público alvo”. É bem possível que também tenha ouvido falar no termo “persona”, que hoje tem uma visibilidade ainda maior que o primeiro. Mas você sabe a diferença entre os dois? Você sabe quando deve usar um e quando deve usar o outro? Aliás, você, por acaso, sabe usar qualquer um dos dois? Calminha, calminha. O tio vai te levar para um passeio no maravilhoso mundo das definições sobre clientes e, quando acabarmos, você terá na ponta da língua o que é um, o que é o outro e quando usar cada um deles! Primeiro vamos esclarecer uma coisa: personas e público alvo são formas diferentes de segmentação e NÃO, uma não é melhor ou pior do que a outra. Mas, como tudo na vida, devem ser aplicadas utilizando raciocínio e estratégia para alcançar o objetivo de cada campanha e de cada canal. Tudo sempre vai depender do seu produto, da sua campanha e dos canais que você pretende utilizar. De fato, a persona é uma segmentação muito mais aplicada, mais detalhada e minuciosa, enquanto a definição de público alvo é mais ampla e abrangente. Quer um exemplo legal? Em How I Met Your Mother (desculpa, se eu não mencionar uma série não fico feliz. Se não assistiu, assista, é muito boa!), Barney Stinson é quem usa comunicação para público alvo em suas empreitadas amorosas, já Ted Mosby tá sempre usando comunicação para Personas, rs. Mas vamos a um raio-x de cada uma das definições para entender melhor como fazer e onde usar: Público Alvo Pensa que o público alvo é igual aquele amigo encalhado que sai atirando pra tudo que é lado e acaba se dando bem pela quantidade de investidas que dá, mas não tem um critério mais elaborado de escolha. Ele define mais ou menos assim: mulher, entre 20 e 35 anos; às vezes até olha a cor do cabelo, a altura e outras características — se ela não é um zumbi ou coisa parecida —, mas não está muito preocupado com sua personalidade, com seus anseios e nada disso. Ele quer mesmo uma aproximação mais rápida e superficial. Essa é mais ou menos a mecânica da estratégia de definição de público alvo. Quando definimos um público alvo, levamos em consideração principalmente aspectos demográficos e genéricos, que não são capazes de definir uma pessoa, mas um grupo de pessoas mais amplo. – Quando usar a definição de público alvo: Se você é publicitário ou trabalha com marketing sabe que no plano macro de comunicação, a definição de público alvo é muito útil e deve sim existir. Inclusive, ela é uma ótima técnica de predefinição de personas. Quando você faz uma campanha de lançamento de uma determinada marca, ou de expansão de uma empresa, também é interessante criar o direcionamento da campanha para o público alvo, uma vez que a ideia é atingir mais pessoas. A questão é que o público alvo não foge do público objetivado pela empresa, mas deve ser usado em comunicações mais abertas. – Quando usar uma campanha baseada em público alvo: Lançamentos de novas marcas; Lançamento de produtos; Produtos muito abrangentes (de uso comum); Aquisição de seguidores (inicialmente) para um perfil; Campanhas temáticas (datas comemorativas, por exemplo); Anúncios em veículos de grande audiência como TV, rádio e revistas de temas variados. Lembre-se: não exclua o amiguinho Público Alvo. Ele é importante, útil e muito eficiente. Respeite-o e saiba usá-lo a seu favor.   Personas: como definir uma persona. Agora vamos falar delas, as divas do momento, as tops e tão idolatradas personas. Olha, eu acho que não existe nenhum negócio em que não dê para definir personas e trabalhar uma comunicação toda linda e maravilhosa voltada especificamente para alguém que está ali, esperando, implorando por ela. Quando eu falo com uma persona é como se falasse com um amigo, uma amiga, alguém com quem eu me importo, quero bem. E isso é muito massa! Mas vamos do início. Até um tempo atrás (e não muito) definir o público alvo bastava criar uma comunicação eficiente. Mas hoje, chamar atenção do cliente se tornou quase uma missão impossível, apesar d’as pessoas passarem cada vez mais tempo online, elas não estão muito dispostas a investir o tempo cada vez mais escasso em coisas que não são interessantes ao seu ver. Agora pensa: você entra no Facebook procurando alguma coisa pra comprar? Fica ansioso, louco da vida, esperando começar aquele anúncio maroto no meio do videozinho de gatinhos felizes do YouTube? Claro que não! Você entra no Face pra curiar a vida dos outros, dar aquela stalkeada no crush, torcer contra o relacionamento novo do ex, acompanhar seus mentores e ídolos. No YouTube você só quer ser feliz com os gatinhos do vídeo, assistir umas dicas maravilhosas no canal da Agência Enso — onde você vai se inscrever, dar like e ligar o sininho agora mesmo. Ai que está o cerne da questão: então como eu consigo impressionar esse cliente danadinho pra ele ficar caidinho por mim na internet? Você precisa conhecê-lo muito bem! E pra isso nós temos a fofíssima técnica de criação de personas, ou buyer personas ou, ainda, avatares, como também são chamadas. A principal diferença entre a persona e a definição de Público Alvo é que essa tem nome, profissão, endereço, personalidade, gostos e tudo mais. Mas como assim, Josimar? Isso mesmo. Quando você cria as personas para o seu negócio, ou para o seu produto, você cria realmente um personagem fictício, mas baseado em fatos. =) Você tem que colocar o máximo de informações possível e, no final, tem que parecer que você escreveu sobre um velho conhecido, um amigo, tem que ser digno de virar fofoca. Ok. Mas como eu consigo essas informações sobre meu cliente ou possível cliente? Do jeito mais simples: perguntando. Não tem outro jeito, para conhecer seu público em nível de montar uma persona você precisa pesquisar, pesquisar e pesquisar. Por isso, perguntar é o caminho

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